Clarissa Campolina

de pés e patas um pouco acima do chão.

Clarissa Campolina vive e trabalha em Belo Horizonte, Brasil. Sócia da produtora Anavilhana desde 2005, foi membro da Teia de 2002 a 2014, onde realizou filmes e instalações.

Girimunho (Swirl, 2011), seu longa de estreia, teve sua premiere internacional no Festival de Cinema de Veneza em 2011, e recebeu premiações em Veneza, Mar Del Plata, Nantes, Havana, entre outros. Comercialmente o filme foi visto nos cinemas do Brasil, Espanha, França e Argentina.

Os curtas metragens de Clarissa também foram exibidos e premiados em festivais como os de Roterdã, Brasília, Havana, Locarno, França, Oberhausen, Buenos Aires, entre outros. Solon lhe rendeu o FT/OppenheimerFunds Emerging Voices Award. O porto foi indicado para o Tiger Awards Competition de curtas metragens no 43o Festival Internacional de Cinema de Roterdã; Odete estreou no 58o Festival Internacional de Cinema de Oberhausen, onde  ganhou o Prêmio Ecumênico; Adormecidos foi exibido em Cinéma du Reél e foi premiado no 8o Femina – Feminine International Film Festival; Notas flanantes estreou no 38o Festival de Cinema de Locarno; e Trecho foi também nomeado para o Tiger Awards Competition, onde ganhou o Prêmio de Melhor Curta Metragem, Melhor Fotografia e Melhor Montagem no 39o Festival de Cinema de Brasília, o maior e mais importante festival de cinema no Brasil. Em 2015, teve uma retrospectiva no Cinema Arsenal, em Berlim, dentro do programa da residência artística do DAAD – Kunstelerprogramm.

Atualmente Clarissa trabalha na distribuição do curta Desertor, co-dirigido com Luiz Pretti, desenvolve seu segundo longa metragem, Canção ao longe, e participa de um programa de Núcleos Criativos para desenvolvimento de roteiro com o projeto A Fera na Selva, co-dirigido com Sérgio Borges. Ela acaba de retornar de uma residência artística realizada pelo programa norte-americano MacDowell Colony.