Em dezembro de 2014 a Teia deixa de atuar como Centro de Pesquisa e Produção Audiovisual e seus integrantes passam a compor o Espaço Teia, iniciativa que abriga quatro diferentes projetos: Anavilhana, Fractais, Pablo Lobato Studio e Tandera. A partir de 2015, os trabalhos desenvolvidos no Espaço Teia serão assinados pelas produtoras ou pelos artistas individualmente. O espírito que deu origem e cultivou as trocas do grupo durante seus 12 anos de existência se mantém vivo, mas em uma nova configuração que encontra maior liberdade de atuação.

Sua última formação foi composta pelos realizadores Clarissa Campolina, Leonardo Barcelos, Pablo Lobato, Sérgio Borges e pela produtora Luana Melgaço; Marilia Rocha foi integrante do coletivo até 2013, Helvécio Marins Jr. até 2011, além de Bruno Pacheco e Cristiano Simões dois integrantes presentes nos primeiros momentos do grupo.

Desde sua criação, foram realizadas algumas mostras, oficinas e debates e foram lançados mais de 50 trabalhos, entre curtas, longas e instalações, combinando produções e pesquisas individuais com trabalhos que envolveram outros integrantes do centro e convidados de fora. 

A Teia teve suas obras exibidas e premiadas nos mais importantes festivais nacionais (Festival de Brasília, Festival do Rio, Mostra de Tiradentes, É tudo verdade, etc.); festivais internacionais (Veneza, Toronto, San Sebastian, Locarno, Roterdã, Sundance, Karlovy Vary, etc), além de terem sido exibidas e instaladas em Museus - MoMa e New Museum (NY), Musée d’ethnographie Neuchâtel  (Suiça), Tamayo Museum (México), Inhotim (Brasil) entre outros.

A comemoração dos 10 anos do grupo resultou em um lançamento do livro Teia 2002 - 2012, uma edição bilingue com textos inéditos produzidos por críticos, pesquisadores e realizadores, construindo um repertório critico sobre a produção da Teia e, mais amplamente, sobre o cinema brasileiro recente.