Sérgio Borges

Viver é perigoso

Sérgio cria obras audiovisuais desde 1996. Seus filmes e vídeos participaram e foram premiados em diversos festivais nacionais e internacionais dos quais destacam-se:  Rotterdam, Locarno, San Sebastian, BAFICI, FID Marseille, Munique, Indie Lisboa, Miami Internacional, Bristol, Brasília,  São Paulo, Havana,  Valdívia, Thessaloniki, New Horizons entre outros. Foi premiado com o curta Silêncio como melhor filme de diretor estreante no 9º Festival Luso-Brasileiro de Cinema de Santa Maria da Feira, Portugal; com o média Mira no Festival É Tudo Verdade, São Paulo, com o prêmio aquisição DirecTV, com o curta Perto de Casa com o prêmio de melhor filme (público) no CineEsquemaNovo e com O Céu sobre os ombros como melhor filme, direção, roteiro, montagem e prêmio especial do júri - elenco no 43º Festival de Brasília, e como melhor filme no 29º Festival Internacional do Uruguai, entre outros. É autor dos livros O Guerrilheiro Nuclear e o pacifista a conversar (Ed. Manga -Coleção Poesia Orbital) e Solar (Ed. Sêlo Editorial). Realizou exposições fotográficas, de artes plásticas e performances-instalações. É um dos sócios-fundadores da TEIA, centro de pesquisa e produção audiovisual situado em Belo Horizonte. O Céu sobre os ombros é seu primeiro longa-metragem.